Escola de Negócios

Conhecida é a lenda dos fantasmas da Universidade de Cádiz, especificamente em sua faculdade de negócios. O edifício foi inicialmente um hospital criado em 1903 e posteriormente usado para os feridos da Guerra Civil, especificamente os feridos no atentado de Cádiz pela Frente Popular e apoiados pelo almirante Valdés.

Como é sabido, qualquer edifício que já abrigou um hospital é o foco da fenomenologia paranormal, especialmente em circunstâncias trágicas, como uma Guerra Civil.

O hospital era o centro das vítimas que não tinham família e que, em muitos casos, por falta de meios e negligência, morreram dentro de seus muros. Dizem que as crianças foram forçadas a tomar remédios violentamente e estamos falando de um difícil contexto histórico e falta de meios.

O edifício como hospital fecha em 1990 para iniciar as obras de remodelação e conversão em um dos centros da Universidade de Cádiz, especificamente na Faculdade de Negócios. Durante as obras, muitos trabalhadores começam a circular o boato de que o prédio ficou encantado. As razões são que as luzes começaram a acender e apagar sozinhas, muitas sombras foram vistas, gritos de uma menina comoventes foram ouvidos.

Esses fenômenos se repetem com a chegada dos alunos, indicando também que um dos epicentros das aparições espectrais é a biblioteca central, que na época do hospital era sua morgue. Nesse local, testemunhas mencionam a aparência mais aterradora de todas, a presença de uma freira, cujos hábitos estão manchados de sangue.

No entanto, o outro lugar no espaço universitário é a delegação de estudantes, onde são mencionadas a presença de figuras estranhas e a sensação de estar acompanhadas de passos e presenças que não são mostradas ou permanecem invisíveis.

Seja ou não lenda ou verdade, se pudermos indicar que a imagem única do prédio remanescente de um hospital, dá uma sensação de medo diante de um prédio pontilhado por circunstâncias adversas e traumáticas em sua história.